Faz muito tempo que não escrevo aqui.
Nestes últimos meses tivemos dificuldades para conseguir os sensores de glicemia da Medtronic. Alguns meses sem receber, tendo que comprar sensores Freestyle para usar no lugar.
Também não conseguimos a insulina, que representaria um alívio para os nossos gastos.
Agora começamos a fazer alterações na dieta. Estamos diminuindo a quantidade de CHO na nossa alimentação para ver se isso melhora o controle da glicemia. Pela lógica deveria ajudar. Não está fácil nesse começo, mas precisamos nos esforçar.
De imediato percebemos que as glicemias estão um pouco mais baixas, mas eu sei que demora algumas semanas para fazer efeito de verdade, e estamos só há alguns dias.
Sentiremos melhor o resultado disso durante as férias, quando não teremos o efeito do estresse sobre as glicemias.
Ano que vem muda o ritmo da escola por causa do ensino médio. Aumento das atividades, ele ficará mais tempo fora de casa, mais obrigações e mais responsabilidades, tudo isso deve pesar no cotidiano do Fe. Espero poder ajudar nessa etapa.
Vamos ver. Colocarei as novidades sempre que possível.
Páginas
A vida com diabetes
Resolvi escrever este blog com base nas experiências que tenho com meu filho, que é diabético desde os 10 meses de idade.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
quinta-feira, 30 de março de 2017
Sensores FreeStyle Libre (2)
Faz mais de um mês que estamos usando o sensor Libre.
Até o momento sem queixas. Os valores tem sido confiáveis.
Recebemos os sensores da Medtronic e voltamos a usá-los. Por enquanto a maioria dos valores dos dois sensores tem sido próximos.
Estamos com um problema para fazer o upload dos dados da bomba para o site do Carelink porque o programa responsável pelo upload usa Java, e os principais navegadores de Internet pararam de aceitar programas em Java.
Vamos ver como resolver isso também.
Até o momento sem queixas. Os valores tem sido confiáveis.
Recebemos os sensores da Medtronic e voltamos a usá-los. Por enquanto a maioria dos valores dos dois sensores tem sido próximos.
Estamos com um problema para fazer o upload dos dados da bomba para o site do Carelink porque o programa responsável pelo upload usa Java, e os principais navegadores de Internet pararam de aceitar programas em Java.
Vamos ver como resolver isso também.
sábado, 25 de fevereiro de 2017
Sensores FreeStyle Libre
Hoje começamos a usar o sensor FreeStyle Libre da Abbot. Essa foi a nossa opção por causa da falta dos sensores da Medtronic. Infelizmente o governo não tem feito a parte dele no fornecimento dos insumos para tratamento da diabetes do meu filho.
Infelizmente o Libre não tem o mesmo recurso que o da Medtronic de dar alarmes quando a glicemia está subindo, ou descendo. Então, novamente seremos eu e a mãe a controlarmos cuidadosamente a glicemia dele.
Vamos ver como isso funcionará.
Infelizmente o Libre não tem o mesmo recurso que o da Medtronic de dar alarmes quando a glicemia está subindo, ou descendo. Então, novamente seremos eu e a mãe a controlarmos cuidadosamente a glicemia dele.
Vamos ver como isso funcionará.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Novos sensores
Depois de um longo período sem receber sensores de glicose finalmente conseguimos a regularização da entrega.
Como a Medtronic suspenderá a fabricação do sensor Sof solicitamos à Secretaria da Saúde que passasse a fornecer o sensor Enlite. Já havíamos feito essa solicitação anteriormente, mas nos foi negado o fornecimento. Como desta vez não havia outra maneira, aceitaram nosso pedido e passamos a receber os novos sensores.
Nossas vidas voltam um pouco ao normal.
Neste mês recebemos todos os insumos.
Como a Medtronic suspenderá a fabricação do sensor Sof solicitamos à Secretaria da Saúde que passasse a fornecer o sensor Enlite. Já havíamos feito essa solicitação anteriormente, mas nos foi negado o fornecimento. Como desta vez não havia outra maneira, aceitaram nosso pedido e passamos a receber os novos sensores.
Nossas vidas voltam um pouco ao normal.
Neste mês recebemos todos os insumos.
domingo, 29 de novembro de 2015
Sensores de glicose
Estamos com problema em relação aos sensores.
Semana passada fomos informados pela Medtronic que os sensores que recebemos atualmente deixará de ser fabricado.
Com isso devemos solicitar à secretaria de saúde a substituição dos sensores pelo modelo novo. Amanhã irei até a unidade dispensadora para entregar o pedido feito pelo dr. Eurico. Tomara que desta vez seja atendido.
Estamos há três meses sem receber os sensores. Compramos no primeiro mês de falta, mas agora não é mais possível.
Vamos ver amanhã o que acontecerá.
Semana passada fomos informados pela Medtronic que os sensores que recebemos atualmente deixará de ser fabricado.
Com isso devemos solicitar à secretaria de saúde a substituição dos sensores pelo modelo novo. Amanhã irei até a unidade dispensadora para entregar o pedido feito pelo dr. Eurico. Tomara que desta vez seja atendido.
Estamos há três meses sem receber os sensores. Compramos no primeiro mês de falta, mas agora não é mais possível.
Vamos ver amanhã o que acontecerá.
domingo, 15 de novembro de 2015
Falta de insumos
Hoje passei por aqui apenas para documentar uma situação que muitos diabéticos que dependem do Estado para receber seus insumos para tratamento de diabetes e outras doenças estão vivendo.
Nestes últimos meses temos vivido o descaso do governo para tratar da falta desses insumos. Falta medicamento de uso contínuo, insumos e acessórios para tratamento, e a desculpa do governo de São Paulo é que o governo federal não tem feito o repasse de verba que deveria fazer.
O governo federal diz que não tem verba para os medicamentos, e que precisa da CPMF para regularizar tudo isso.
Na verdade, o que está faltando é vergonha na cara dessa gente. Falta respeito pelo povo.
Os políticos não se preocupam com isso porque eles tem direito a atendimento médico em qualquer hospital particular, com direito de reembolso integral mediante apresentação de recibo, tem reembolso da compra de medicamentos, e várias outras ajudas. Se eles dependessem dos mesmos serviços que nós dependemos, sem as regalias que eles possuem, as coisas seriam diferentes.
Nós ganhamos o direito aos insumos através de um processo judicial. Veja bem, nós tivemos de processar o estado para ter direito a algo que deveríamos ter direito naturalmente, apenas pelo fato de sermos cidadãos. Isso é totalmente incoerente.
Agora, nem mesmo com uma decisão judicial nós estamos recebendo os insumos.
Não sei o que fazer. Parece que teremos de gastar mais dinheiro para garantir por mais alguns meses o direito a algo que nós já conquistamos.
Isso é de doer.
Nestes últimos meses temos vivido o descaso do governo para tratar da falta desses insumos. Falta medicamento de uso contínuo, insumos e acessórios para tratamento, e a desculpa do governo de São Paulo é que o governo federal não tem feito o repasse de verba que deveria fazer.
O governo federal diz que não tem verba para os medicamentos, e que precisa da CPMF para regularizar tudo isso.
Na verdade, o que está faltando é vergonha na cara dessa gente. Falta respeito pelo povo.
Os políticos não se preocupam com isso porque eles tem direito a atendimento médico em qualquer hospital particular, com direito de reembolso integral mediante apresentação de recibo, tem reembolso da compra de medicamentos, e várias outras ajudas. Se eles dependessem dos mesmos serviços que nós dependemos, sem as regalias que eles possuem, as coisas seriam diferentes.
Nós ganhamos o direito aos insumos através de um processo judicial. Veja bem, nós tivemos de processar o estado para ter direito a algo que deveríamos ter direito naturalmente, apenas pelo fato de sermos cidadãos. Isso é totalmente incoerente.
Agora, nem mesmo com uma decisão judicial nós estamos recebendo os insumos.
Não sei o que fazer. Parece que teremos de gastar mais dinheiro para garantir por mais alguns meses o direito a algo que nós já conquistamos.
Isso é de doer.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Sem novidades
Faz um bom tempo que não escrevo aqui.
Em partes porque não há novidades. Vi algumas coisas sobre um novo glicosímetro não invasivo, li um texto falando que a Medtronics terá um aplicativo que vai se comunicar com a bomba de infusão para capturar dados do aparelho e enviar para o Carelink e alguns outros gadgets que vão demorar para chegar ao Brasil.
Minha prima trouxe um glicosímetro dos EUA para o meu filho, mas o grande problema é que a Bayer não quer trazer as tiras reagentes desse aparelho para o Brasil. Aliás, nem para a América Latina. Triste a nossa realidade. Tenho um aparelho de primeiro mundo que não posso usar por falta de insumos. Aqui ainda usamos aparelhos que em outros países mais modernos já caíram em desuso. Tenho a impressão de que servimos para que as empresas tenham onde desovar os produtos que ninguém mais quer. Sabe aquela coisa de esgotar as possibilidades de um produto, fabricar até não poder mais e achar um lugar onde as pessoas aceitem aquele produto ultrapassado? É isso que eu vejo aqui. Por exemplo, o aparelho Active da Roche. Nos países mais desenvolvidos eles não são mais usados. Aqui ainda é considerado um aparelho bom, confiável e fácil de usar. Só que depois que a gente conhece outros aparelhos, mais modernos, chega à conclusão de que isso é um erro.
E temos que viver com isso.
Em partes porque não há novidades. Vi algumas coisas sobre um novo glicosímetro não invasivo, li um texto falando que a Medtronics terá um aplicativo que vai se comunicar com a bomba de infusão para capturar dados do aparelho e enviar para o Carelink e alguns outros gadgets que vão demorar para chegar ao Brasil.
Minha prima trouxe um glicosímetro dos EUA para o meu filho, mas o grande problema é que a Bayer não quer trazer as tiras reagentes desse aparelho para o Brasil. Aliás, nem para a América Latina. Triste a nossa realidade. Tenho um aparelho de primeiro mundo que não posso usar por falta de insumos. Aqui ainda usamos aparelhos que em outros países mais modernos já caíram em desuso. Tenho a impressão de que servimos para que as empresas tenham onde desovar os produtos que ninguém mais quer. Sabe aquela coisa de esgotar as possibilidades de um produto, fabricar até não poder mais e achar um lugar onde as pessoas aceitem aquele produto ultrapassado? É isso que eu vejo aqui. Por exemplo, o aparelho Active da Roche. Nos países mais desenvolvidos eles não são mais usados. Aqui ainda é considerado um aparelho bom, confiável e fácil de usar. Só que depois que a gente conhece outros aparelhos, mais modernos, chega à conclusão de que isso é um erro.
E temos que viver com isso.
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